15/09/19 | 9:22
Gestão de Transporte ouve demandas de comunidades em zona rural de Manaus

Com o objetivo de ouvir as demandas sobre transporte coletivo das comunidades 23 de Setembro, Lago Azul 1 e 2, Ismail Aziz, Verona, Cláudio Mesquita, Lusitano, Granja São Pedro e São João, além de ramais e demais comunidades, que totalizam cerca de 44.500 moradores, a Prefeitura de Manaus, por meio do IMMU, realizou uma reunião na tarde do último sábado, 14/9, na Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes, zona Oeste.

Sob a coordenação da presidenta da Federação Comunitária do Estado do Amazonas (Fecoam), Rosemary Karcellys e de lideranças comunitárias, a reunião contou com as presenças do engenheiro Manoel Paiva, diretor-presidente do IMMU, da vice-presidente de Transportes Urbanos, Tânia Beckman, e membros do corpo técnico do Instituto, da vereadora Professora Jacqueline, do presidente da Acop, Azarias Carvalho, do representante da empresa de transporte Açaí, Francisco Gomes e do representante da Comissão de Transporte da OAB, Mauricio Reis.

Paiva ressaltou que a luta dos comunitários é antiga por conta de vários impasses e que a presença da Prefeitura inicia uma discussão de forma aberta, para início de um plano piloto, para resolver os problemas de transporte.

O plano de trabalho, segundo Paiva, envolve todos e, com ele, o IMMU irá levantar os problemas de tráfego, itinerários e demais dificuldades para uma ação conjunta. “As modificações serão sempre fiscalizadas por vocês, com a autorização de vocês”, disse Paiva.

O advogado Renato de Souza Pinto, morador da BR-174 falou que empresa de ônibus que serve a comunidade não cumpre o contato e não oferece um serviço seguro. “Espero que esse plano-piloto seja bom e que as promessas sejam cumpridas”.

O redimensionamento da frota com a comunidade e a Acop, melhoria de abrigos, sinalização das vias estão entre as ações imediatas. “As melhorias no transporte, trânsito e sistema viário devem ser feitas até o final do mês de setembro”, ressaltou Paiva.

A vereadora Professora Jacqueline espera por “uma nova era” no transporte público com a participação de todos. “É preciso minimizar os problemas aos poucos. Não há mágica. E o IMMU acerta em estar na comunidade”, concluiu.